28 de outubro de 2012

laranja laranjinha laranjão

Bom, eu quando coloco uma coisa na cabeça não sossego enquanto não fizer..
To enjoada desse meu cabelo escuro, e minha raiz já ta mostrando o loiro.. Então meu próximo passo é:
Virar ruiva 'natural'
Siiim, pq não curto os vermelhões ou vinho, eu quero é um laranjinha mesmo! Um ruivo irlandes chiquéérriimoo. E como sou polaca e sardenta acho q não vai ficar muito estranho.
Só tenho medo de não pegar, ou de não ficar como eu quero, já que estou com um tom mais escuro do q quero passar..
Bom, falei já com o cabelereiro e ele me garantiu que tem um produto que desbota a coloração escura sem danificar o cabelo antes de pintar! então! vou me jogar pros leões, porque não vou sossegar enquanto não virar uma cenourinha!!
ja pesquisei produtos, tintas e marcar e mes q vem vou pra grande transformação!
agora é rezar pra dar certo!!
depois posto como ficou e dou passo-a-passo cmo fazer! beijossss






27 de outubro de 2012

la la la

dancee Bobalinks

pppsssssssssssiiiuuu

"Para evitar críticas, não faça nada, não diga nada, não seja nada."
 
Elbert Hubbard

21 de outubro de 2012

FILHO É PARA QUEM PODE

Uma reflexão sobre a vontade de ser mãe
Mônica Montone

“Filho é para quem pode!
Eu, não posso! Apesar de ser biologicamente saudável.
Não posso porque desconheço o poço sem fundo das minhas vontades, porque às vezes sou meio dona da verdade e porque não acredito que um filho há de me resgatar daquilo que não entendo ou aceito em mim.
Acredito que a convivência é um exercício que nos eleva e nos torna melhores, mas, esperar que um filho reflita a imagem que sonhamos ter é no mínimo crueldade.
Não há garantias de amor eterno e o olhar de um filho não é um vestido de seda azul ou um terno com corte ideal. Gerar um fruto com o único intuito de ser perfumada por ele no futuro é praticamente assinar uma sentença de sal.
Filhos não são pílulas contra a monotonia, pílulas da salvação de uma vida vazia e sem sentido, pílula “trago seu marido de volta em 9 meses”.
Penso que antes de cogitar a hipótese de engravidar, toda mulher deveria se perguntar: eu sou capaz de aceitar que apesar de dar a luz a um ser ele não será um pedaço de mim e portanto não deverá ser igual a mim? Eu sou capaz de me fazer feliz sem que alguém esteja ao meu lado? Eu sou capaz de abrir mão de determinadas coisas em minha vida sem depois cobrar? Eu sou capaz de dizer “não”? Eu quero, mesmo, ter um filho, ou simplesmente aprendi que é para isso que nascemos: para constituir uma família?
Muitas das pessoas que conheço estão neurotizadas por conta de suas relações com as mães. Em geral, são mães carentes que exigem afeto e demonstração de amor integral para se sentirem bem e, quando não recebem, martirizam os filhos com chantagens, críticas e cobranças.
As mães podem ser um céu de brigadeiro ou um inferno de sal. Elas podem adoçar a vida dos filhos ou transformar essas vidas numa batalha diária cheia de lágrimas, culpas e opressões.
Eu, por exemplo, não consigo ser um céu de brigadeiro nem para mim mesma, quiçá para uma pessoinha que vai me tirar o juízo madrugadas adentro e, honestamente, acho injusto colocar uma criança no mundo já com essa missão no lombo: fazer a mamãe crescer.
Dar a luz a um bebê é fácil, difícil é ser mãe da própria vida e iluminar as próprias escuridões.”

19 de outubro de 2012

Pelo Direito De Não Querer Ter Filhos

Esse texto retirado do grupo Gosto de crianças, só não quero ter filhos, de Cássia Soares.
É um pouco longo, mas vale a pena ler...


"Pelo Direito De Não Querer Ter Filhos
...
Por mais que nos consideremos seres livres, estamos presos à
amarras invisíveis que se apoiam na desculpa das tradições
culturais. Ter filhos é uma delas. Por mais que estejamos vivendo
num período em que precon

ceito com quem questiona o padrão
nesse quesito começa entrar em processo de queda, muita gente
ainda te olha como um extraterrestre quando você pronuncia as
palavras: “Eu não quero ter filhos.”
Ter filhos sempre foi uma tradição muito cultuada e esperada na
sociedade. Tanto é que um dos papéis principais de nossas mães e
avós era parir e cuidar dos filhos. Além de cuidar da casa, essa era a
função principal de todas as mulheres – muitas delas nem tinham o
direito de questionar se queriam realmente ser mães. Esse
comportamento se explica pois ele segue a ordem de evolução da
natureza – machos caçam e espalham os seus espermatozóides para
o maior número de fêmeas que conseguirem na vida. A fêmea
aguenta o filhote no bucho, dá a luz, cuida da cria enquanto o macho
sai em busca de alimento. Mas temos que ter muito cuidado ao criar
conceitos tão importantes para nossas vidas, nos baseando na
realidade dos outros animais. As pessoas não precisam mais se
preocupar em reproduzir desesperadamente, porque já
conquistamos nosso espaço como espécie e principalmente pelo
fato que o mundo já está superlotado. Nossa realidade hoje é outra.
Não estou dizendo aqui que as pessoas devem parar de dar cria.
Imagina. As gerações precisam continuar, a economia precisa de
mão de obra jovem, criança é vida. Mas isso não significa que TODO
MUNDO precise fazer isso. Só que algumas pessoas ainda não
perceberam isso, e nem se questionam realmente se se consideram
preparadas para colocar mais um ser no mundo, em questões
financeiras e (principalmente) de sanidade mental. Sério. Tem gente
que não dá conta nem da própria vida e quer mesmo ser
responsável pela criação de uma outra, ou, nos casos mais
dramáticos, de muitas outras. Fico me perguntando: se de repente
não querer ter filhos fosse visto como uma escolha tão comum
quanto não querer pintar as unhas do pé, quantas pessoas teriam
escolhido resolver seus problemas primeiro em vez de envolver
mais um serzindo neles? Ou seja, a questão não é não ter filhos – é
ter o direito de escolher se quer tê-los, sem precisar prestar contas
para um monte de gente.
Há também o caso de mulheres que sofrem preconceito por
decidirem ter filhos mais velhas – vulgo, com mais de 30. Ora, se
hoje as nossas condições de vida permitem que uma mulher de 30
anos esteja no auge de muitas coisas, como podemos dizer que
essas mulheres já estejam ficando velhas de mais para essa escolha?
Sim. Há questões de saúde, mas a medicina tem avançado muito
nessa questão, desenvolvendo alternativas para mulheres que
decidem engravidar mais tarde. Há também a questão da
disposição – uma mãe de 45 anos provavelmente não terá a mesma
disposição que uma de 25, mas como saber se, em questões de
sabedoria, uma mulher nessa idade está muito mais centrada e
certa dos valores que quer passar para um outro ser? E aí o que
vemos são mulheres desesperadas com a possibilidade de não
estarem prontas psicologicamente para gerar outro ser, mas que
ignoram esse fato em nome da pressão invisível que ainda insiste
em clamar que mulher que não teve filhos, não teve real utilidade
para a vida. É aquela velha história “- Você vai mesmo deixar sua
mãe sem netos?”, como se devêssemos fazer uma escolha tão séria
em nome de uma vontade das nossas mães – elas já tiveram as
vidas delas, as chances delas, e já fez as escolhas delas. Agora é a
nossa vez.
A escolha de querer ter filhos precisa vir de dentro (não só do
chamado do corpo, mas também das condições da mente), e não de
imposições sociais ou familiares. Assim como casar na igreja, ou
morar junto, as pessoas precisam entender que a realidade de hoje
é diferente, e que esses conceitos podem e devem ser revistos, para
que sejam ajustados da melhor forma a realidade de cada um –
hoje. Fazer as nossas escolhas em vez de ir pro caminho que o vento
te leva, é a maior garantia de uma vida mais feliz e, o mais
importante, com menos arrependimentos.
"
Blog Casal Sem Vergonha

8 de outubro de 2012

Vou postar aqui o texto que um colega do Rafael postou do Face q achei mto bom, sobre a manifestação e destruição do tatu-Bola.. em Poa:


''
Minha resposta aos manifestantes que se acharam "prejudicados" e "insultados" e "coagidos" durante a ação da polícia em frente à Prefeitura:

Cara ---, sinceramente não comento certos manifestos com os quais não concordo, por acreditar no livre pensamento e na infinita variedade de olhares que a vida proporciona.
Porém, quando uma postagem equivocada começa a ter repercussões igualmente equivacada
s --> a meu ver! <-- me sinto na obrigação de comentar democraticamente.
Deves entender que estou comentando porque aqui é uma rede social, livre e aberta.
Pois bem: criticas a PM por ter agido para dirimir uma baderna orquestrada por filhinhos de papai, que tem por objetivo auto promoção e como bandeira uma causa que nem eles sabem.
Criticas a PM por ter defendido um bem privado. E o que os ladrões queriam da médica que foi roubada? Não era o carro? E o que é o carro? Um bem público? Não, sra ---, é um bem privado, igualzinho ao boneco que a sra defende a destruição. Mas não está somente aí o seu equívoco. Os participantes da manifestação sempre, ou quase sempre, se valem do seu "Direito da Livre Manifestação do Pensamento" para agredir, provocar, cuspir e ofender a polícia, a guarda municipal e qualquer agente público.
E o pior, VOCÊS resuscitam a DITADURA para justificar seus atos bagaceiros e covardes! Repito: BAGACEIROS E COVARDES!

Querem ajudar esse país?

Vou lhes dizer como: vão até a boca de fumo mais próxima, aquela onde a turma costuma adquirir seu passaporte para o capeta, o fechadinho, o baseadinho, seja lá como chamam essa merda, e façam um "PROTESTO PACÍFICO!". Digam ao dono da boca que ele prejudica os nossos jovens, corrompem nossas crianças, tiram das escolas adolescentes para transformá-los em aviõezinhos, tranformam meninas em prostitutas e aniquilam o cérebro das pessoas com crack e merla. Façam isso com bandeiras e cartazes, e gritem palavras de ordem como "ABAIXO A MACONHA, FORA TRAFICANTE!", e então vocês estarão ajudando esse país. Obviamente os manifestantes-de-porra-nenhuma não farão isso, pois: ou são consumidores da ervinha, ou são uns cagalhões que ainda chamarão - QUEM? - a POLÍCIA! SIM! Chamarão a polícia porque o patrão da boca não tem corregedoria, não tem a fiscalização dos DIREITOS DOS BANDID... quer dizer...DIREITOS HUMANOS, ele só tem receio da polícia.
Mas, sra ---, a sra muito provavelmente não mudará seu pensamento, pois a sra ainda não conseguiu derrotar a Ditadura, que durante toda sua duração deve ter matado nem um milhar de pessoas, enquanto durante um ano o tráfico mata pelo menos meio milhão de pessoas.

Ajudem esse país de forma útil e prática, não provocando distúrbio e desordem. Senão, sra, seus filhos serão vítimas do que vcs mesmos defendem.  ''

4 de setembro de 2012

http://videolog.tv/video.php?id=703429